domingo, 28 de outubro de 2012

I GINCANA ECOLÓGICA /GEOMAT/2012

         A I Gincana Ecológica/Clubinho da Matemática, aconteceu a sua culminância no dia 19/10/2012 no turno vespertino, Sob a Coordenação das Professoras de Matemática Lucianny Meireles  e Geografia : Matilde Mendes , em parceria com os  professores das demais disciplinas. Todos os alunos do 6º e 7º Anos confeccionaram jogos matemáticos ,utilizando materiais recicláveis, com a ajuda dos professores de matemática.os jogos confeccionados serão utilizados em sala de aula e durante o recreio pelo menos uma vez por semana.  Chamaremos de recreio animado .


         Nos dias atuais tem-se questionado muito sobre: a forma tradicional de educar e o modo de transformar a aula em um ambiente estimulante para o educando. As dificuldades encontradas por alunos e professores no processo ensino-aprendizagem da matemática são muitas e conhecidas. Pois, o aluno não consegue entender a matemática que a escola lhe ensina; sente dificuldades em utilizar o conhecimento “adquirido”, em síntese, não consegue efetivamente ter acesso a esse saber de fundamental importância.
          Esta  gincana busca  um recurso didático que possa despertar o interesse dos educando através jogos matemáticos construídos a partir de materiais recicláveis. O jogo, na Educação Matemática, “passa a ter o caráter de material de ensino quando considerado promotor de aprendizagem. O aluno, colocada diante de situações lúdicas, apreende a estrutura lógica da brincadeira e, deste modo, apreende também a estrutura matemática presente” .
               Apesar de permear todas as áreas do conhecimento que serão utilizados na vida prática o ensino da matemática em nossas escolas, muitas vezes se divorcia dos seus principais objetivos, entre eles o direcionamento de ensino-aprendizagem para a construção da cidadania e participação ativa do educando na sociedade. Esse divórcio ocorre quando nos dias atuais as escolas utilizam o ensino da matemática tradicional baseado na aprendizagem mecânica, de mera transmissão de conhecimentos, no qual os alunos se condicionam a receber informações prontas, acabadas, gerando nos educandos sensações de medo e insatisfação e até a incapacidade de decodificar os sinais do dia-a-dia, tornando-os consequentemente excluídos da sociedade.
            Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico independente da criatividade e a capacidade de resolver problemas. Sendo assim, este ensino requer superação de alguns obstáculos que comumente estão relacionados a palavra matemática.Conscientes da necessidade de alcançar resultados satisfatórios,  nós educadores buscamos cada vez mais, instrumentos que sirvam de recursos pedagógicos para melhorar o processo ensino-aprendizagem.
Utilizar a ludicidade para ensinar matemática é uma maneira inteligente para a superação de tais obstáculos. O ensino da matemática através dos jogos, por exemplo, eleva o jogo como instrumento que transforma a Matemática considerada “bicho-de-sete-cabeças”, em uma fonte inesgotável de satisfação, motivação e interação social, além de estar preservando a natureza.
               Ensinar matemática não é fácil e aprendê-la muito menos, por isso surge a necessidade de usar instrumentos como mediador entre o professor, aluno e conhecimento. Esses devem ser planejados e bem aplicados, sendo um recurso pedagógico eficaz para a construção do conhecimento matemático.Um instrumento utilizado nos dias atuais são os jogos matemáticos, que conseguem transformar a sala de aula num ambiente gerador de conhecimentos e facilitador do processo ensino-aprendizagem.
       Segundo Bom (1995, p. 09) o motivo para a introdução de jogos nas aulas de matemática é a possibilidade de diminuir bloqueios apresentados por muitos de nossos alunos que temem a matemática e sentem-se incapacitados para interpretá-la.
Dentro da situação do jogo, onde é possível uma atitude passiva e com grande motivação, os alunos percebem seu melhor desempenho e atitudes positivas frente a seu processo de aprendizagem.
          Assim, a matemática desenvolve-se de modo conflituoso e contrastante, permeando entre o concreto, o abstrato e o coerente.
 Origem dos Jogos: Breve Histórico
          O jogo é considerado um fenômeno social dentro das práticas onde estão inseridos os movimentos lúdicos. Não é possível datar com precisão seu surgimento, nem o local onde se originaram. Materiais arqueológicos encontrados mostram que o jogo é uma das ocupações mais antigas do ser humano, presente em qualquer cultura. No tempo das cavernas, ossos eram usados para jogos de azar. A Grécia Antiga tinha como base cultural, os jogos e a competição retratados em lendas e gravuras. A Bíblia relata que soldados de Pilatos disputaram o manto de Cristo, “lançando sortes”. Nas festas do séc. XVI, os jogos de advinhas mereceram destaque, pois não estavam vinculados ao trabalho e sim ao prazer, seu objetivo principal era a socialização. O jogo era negado quando seu objetivo estava relacionado à guerra. Já na Idade Média, ele se caracteriza por seu caráter sério, aproveitando esse fato para a resolução de desavenças entre povos.


Professora : Lucianny Meireles de Oliveira/Graduada em Matemática

sábado, 27 de outubro de 2012

Professor, tu és “o cara”!



Importante profissional brasileiro: o professor. Com horários diversificados, ele trabalha incessantemente. Na segunda-feira, pela manhã, o professor de Língua Portuguesa, por exemplo, vai dar aula sobre “argumentação”. No sábado ele separa alguma bibliografia sobre o assunto, pois sua aula deve ser bem fundamentada. Lê, lê e relê quantas vezes forem necessárias para assimilar o que está sendo dito, como se nunca tivesse estudado o assunto. Procura outro autor para comparar com o que foi buscar em sua biblioteca. Afinal, há fala diversificada para o mesmo tema.
No domingo prepara a aula com tudo aquilo que conhecemos: objetivo, metodologia, desenvolvimento, referências bibliográficas, mais alguma coisa que na hora parecerá necessário.

Pela manhã, na segunda-feira, sai de casa para o primeiro compromisso. À tarde, às vezes, permanece na mesma escola em que trabalha e vai para outra à noite. Outras vezes ele trabalha um turno em cada escola. Há os que podem trabalhar apenas 2 turnos. Nos 3 turnos de trabalho, ele já ministrou, mais ou menos, 12 horas de aula. Dessas 12 aulas, sobre “argumentação”, não faria muito sentido se não fizesse um exercício em que o aluno demonstrasse que entendeu o que ele ensinou. Assim que, obviamente, a atividade é construção de texto. Para fazer essa construção há que debater o tema com a turma. Esforço feito com base em muita leitura e desenvolvimento de opinião. Em cada turma esse professor tem, mais ou menos, 35 alunos, totalizando 210 nos 3 turnos de trabalho.
 
O professor recolhe 210 textos, na segunda-feira, para corrigir em casa. Claro! Como trabalha 3 turnos, não tem como corrigir depois das aulas. Fará isso no final de semana. Mas, espera! No final de semana ele tem que fazer planejamento de aula! E terá que fazer o planejamento embasado no que os alunos aprenderam durante a semana! Como assim?

Sim, sim! Ele terá que corrigir os 210 textos. Ver os pontos fracos dos alunos e, a partir daí, trabalhar outros conteúdos que estão relacionados com “argumentação”. Mas isso não para nunca? Não, não para nunca! O aluno pode saber argumentar e ter problemas de redação, ortografia, estrutura frasal etc. que devem ser sanados, caso contrário, comprometerá todo o trabalho do professor.
E depois disso? Depois disso começa tudo novamente. O assunto muda, e o professor deve fazer o mesmo trajeto para alcançar seu objetivo. Leituras prévias, planejamento de aula, debates, correção das atividades, dar feedback.Tudo por que, dar aula de Língua Portuguesa para nativos dessa língua, é ensiná-los a argumentar em seu idioma, compreender os nuances dos fenômenos linguísticos, entender e ser entendido em sua própria língua.

E a vida particular do professor? Agora eu pergunto, como assim? A vida particular do professor é essa! Mas e a família? A família, provavelmente, comunga da mesma ideia, absolvendo-o de seus “pecados familiares”.

Mas isso não é vida! Claro que é, é a vida que ele escolheu. Mas ele não é valorizado! Ah! Aí a conversa muda de rumo. Por alguma razão há uma dificuldade extrema em valorizar o professor em muitos aspectos. Mas isso não acontece aqui, na Escola Estadual Presidente Tancredo Neves.  E é isso que queremos hoje, desejar um feliz dia do professor a todos os professores brasileiros, pois sabemos do seu valor.
Professor, tu és “o cara”!

Abraços...

Gabriela , Leoniza  ,Vanusa, Ivonilde  e  Iêda.












sábado, 20 de outubro de 2012

Terminado o "I Congresso de Práticas Educacionais da Rede Pública do Estado de Minas Gerais"

Na noite dessa sexta-feira (19-10), os educadores Fabiano Alves Pereira e Andréa Flores Oliveira Mendes, da Escola Estadual Presidente Tancredo Neves, que participaram do “I Congresso de Práticas Educacionais da Rede Pública do Estado de Minas Gerais”, no Hotel Fazenda Canto da Siriema, Jaboticatubas, MG, voltaram para as suas casas com a bagagem repleta de conhecimento. 

Encerrado na noite de quinta (18-10), o evento organizado pela Magistra obteve saldo positivo com a oferta de oficinas, palestras, e a apresentação das práticas exitosas de escolas de todo o Estado. O Congresso teve a participação de cerca de 600 educadores mineiros.

Confira algumas fotos:










quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Divulgada lista de escolas que irão participar do ‘I Congresso de Práticas Educacionais da Rede Pública do Estado de Minas Gerais’

 Ao todo, foram selecionados 218 projetos relacionados às temáticas de ‘Gestão Escolar’ ou ‘Projetos Especiais’

Iniciativas de incentivo à leitura, à valorização cultural e à saúde são alguns dos assuntos dos projetos que foram selecionados para o ‘I Congresso de Práticas Educacionais da Rede Pública do Estado de Minas Gerais’ (Clique no título destacado ao lado para ver a lista dos projetos selecionados). Ao todo, foram selecionadas 218 iniciativas. O Congresso será realizado entre os dias 15 e 19 de outubro, em Jaboticatubas.
Os trabalhos selecionados serão apresentados no Congresso como Comunicação Oral, com tempo previsto de 20 minutos para cada apresentação. As experiências estão relacionadas às temáticas de ‘Gestão Escolar’ ou ‘Projetos Especiais’.

Além das boas práticas desenvolvidas pelas escolas estaduais, os participantes também assistirão a palestras de especialistas e poderão participar de minicursos durante a semana do Congresso. O Congresso é organizado pela Magistra - Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores.

OBS: Um dos projetos selecionados é da Escola Estadual Presidente Tancredo Neves, em Taiobeiras MG. O projeto tem como proponentes o professor Fabiano Alves  Pereira e a supervisora pedagógica Andréa Flores Oliveira Mendes. Seu tema é “ENSINO DA MÚSICA NA ESCOLA: UM ALIADO DA INTERDISCIPLINARIDADE”. Os dois educadores participarão do evento na semana que vem.